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Waltz With Me

Posted: 2012.Outubro.2. in Love
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The Anual Masquerade. That’s where I was standing. I really don’t know why, though. Didn’t wanna go, but my friends insisted so much I accepted just to make them shut up…dancing is not my thing. It was my first masquerade and I once more questioned myself why I was there.

The ball itself hadn’t started. We were talking about our childhood memories, laughing a lot. Well, I cannot say I didn’t enjoy that, but I wished I was somewhere else…with somebody else. I sighed and looked away from our group. Something caught my eyes as I gazed through the room. Coming down the stairway, I saw him.

So perfectly stunning, with that smile I always loved to see brighting up the room. Every step he took made my heart beat faster. Closer and closer, now I could see his beautiful eyes under the mask. Those hypnotizing eyes to which I could stare into for days.

“…ki? Aoki!”, I heard Kazu call me.

“Sorry, I got a little distracted.”

When I looked again, he was gone into the crowd. I felt sad. I wanted him to look at me. Not that it would make any difference. Not that it would make him notice me, but I guess I would feel…better?

So the music started, everybody paired up. Well, everyone but me. Guess it wasn’t a good idea going to a ball without a date. Why should I care? I don’t even like dancing…And as I kept drifting in my thoughts I saw something unexpected. He was standing in a corner…alone. I should have gone talk to him, but my shyness and insecurity wouldn’t let me. Why were he alone? I couldn’t stop asking me that. I was sure he had many invitations…still, he was there.

Smiling…

Just to see his smile I felt kinda happy, you know? I didn’t realize, but I was smiling, too. It didn’t last, though. Coming out of I don’t know where, Tsubasa were already by his side, talking to him, making him laugh. I should be the one doing that. That was my smile…

Don’t know what got into me, but I just stood up and ran out to the garden, desperate, almost crying. What was going on? What was I thinking? Mine? What was my relationship with him? None. That was all. And why was I crying? I was confused, overwhelmed.

I stopped and looked around. Somehow I ran straight to the middle of the hedge maze. I sat down on the bench, with swollen eyes and trembling hands. I still wasn’t sure of what was going on in my head.

“You okay?”

I looked to the grass arch. He was smiling at me, lit by the silver rays of moonlight.

“…yeah…”, I lied.

“Are you sure? I saw when you left running.”, he approached and sat down beside me.

“Why are you here?”, I asked after I nodded “I thought you and Tsubasa…”

“You came here alone, didn’t you? To the ball.”, he ignored my question.

“Yeah, I did…not that it matters. What about you? I didn’t see you with a date.”

He smiled playfully “Well…I didn’t get the invitation I was expecting, so I decided to come here to at least try to dance with that person.”

“So, why aren’t you there? Looking for this person you came here for? Why are you here with me?”, I felt my words come out with a little bit of anger.

This time he laughed. I didn’t understand why, but his laugh was just good to hear. “You’re cute, you know?”, he said after he stopped.

“C…what?”

He stood up and reached out his hand to me. “Do you give me the honor of a dance?”

I felt my face burn, it should be red, so I tried to hide it away. I couldn’t breathe…what was going on? Did he really just asked ME to dance with him? No words would come out of my mouth, but he stood there, smiling. I couldn’t resist that. Slowly, I took his hand and he walked me to the middle of the place.

“But there’s no music.”, I said.

He took off my mask, kissed me on the forehead and held my head against his chest. “Our heartbeat. This should be enough.”

It sounded kinda weird, but at the same time I felt comfortable, like there was nothing to worry about. In that moment, there was just the two of us, there, dancing to that beautiful music, and that was all that mattered. I felt happy. Happier like never before in my life.

That was my first waltz, and the one I would never forget.

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Minna-san!

Genki desu ka?

Sobre Aitakatta…eu gosto muito de AKB48, e acho que as letras contam histórias muito bonitas.

Comecei a procurar a tradução de algumas músicas e resolvi escrever histórias baseadas nelas.

Espero que tenham gostado!

OK! Alguns pontos sobre o texto.

• Eles estudam no Kamikaze Gakuen(todas as histórias serão de alunos e professores dessa escola)

• As personagens são aquelas que eu mais conheço do AKB48, mas faltou a Takahashi Minami e a Maeda Atsuko.

• Kaname foi um personagem que criei. Ele é meio bipolar, mas é uma boa pessoa.

• O Jardim Secreto…precisava de um lugar onde os dois se conhecessem melhor e fosse algo só deles, então surgiu a ideia de uma clareira isolada no topo de uma colina de onde se pode ver o oceano! [WTF??? o.Ó]

• Nas férias de verão, é mencionada a casa de praia de Yusuke. Essa viagem de turma vai ser tema para uma outra história, depois de mostrar todos os personagens. Vai ser uma Extra Class!

• Não sei se é assim que funciona (ou se existe esse negócio) quando os alunos têm de limpar a sala depois da aula, mas precisava de uma situação em que os dois pudessem conversar. Tinha pensado em faze-los se encontrar depois da aula, no corredor, mesmo, mas acho que assim tá melhor.

• As frases em japonês…sei lá por que coloquei em japonês. Acho que fica mais profundo quando ditas assim…>.<

• Ficou vago o final? Tenho essa impressão…

Esperem por mais Kamikaze Gakuen no Memories!

Todos estavam reunidos no pátio, ouvindo o discurso de Kawahara-sensei.

“Eh…e com isso damos início às férias de verão.”

Gritos de alegria explodiram por todos os lados.

Minami estava sentada conversando com Haruna e Tomomi.

“Mii-chan, olha.”, Tomomi disse apontando para Kaname que acabara de passar por elas.

O garoto sentiu olhares sobre ele, mas foi apressado sentar-se em um banco. De onde estavam, as três só conseguiam ver as costas do jovem, mas percebiam que parecia incomodado.

“Parece que ele tá sentindo um peso na consciência, né?”, brincou Tomomi.

“Por que não vai falar com ele, Mii-chan?”, sugeriu Haruna.

Minami não disse nada, só continuou olhando para Kaname. Respirou fundo e, quando ia se levantar, surpreendeu-se ao ve-lo levantar também. Sentou-se novamente e esperou para ver o que ele iria fazer.

“Oh! Ele tá vindo pra cá!”

Haruna e Tomomi fingiram que não estavam nem aí [olharam para cima com cara de “nem sei o que tá acontecendo]. Kaname se aproximou do grupo.

“Eh…Minami-san…”

“Quer alguma coisa?”, perguntou Tomomi.

“Eu…eu…só…”

“Se não é nada–”

“Gomen, Minami!”, ele finalmente gritou.

Haruna e Tomomi se entreolharam e deram uma cotovelada nada sutil em Minami.

“Gomen, ne…Eu…eu não sei por que eu falei aquelas coisas…acho que é só um jeito de me proteger…”

Minami continuou ignorando.

“Ah! Minami-san, como pedido de desculpas, deixe-me mostrar o meu lugar preferido aqui na cidade!”

“…”

“É realmente bonito! Tenho certeza que você vai gostar!”

“Obrigada, mas–“, Minami foi interrompida pelas mãos de Haruna.

“É claro que ela vai!”, disse, empurrando a amiga e o garoto para fora da escola.

“Haruna! Me solta!!!”

“Divirtam-se e não ouse voltar, Minami! Jya ne!”

A porta se fechou.

“Haruna…”

“Gomen…de verdade…”

“Olha só. Parece que os papéis se inverteram!”, ela disse com um sorriso.

“Eh?”

“Então, nós vamos ou não?”

“Maji?”

“Bom…aparentemente não posso voltar, a não ser que queira entrar em coma, então é a única opção…”

Kaname riu. Minami não percebeu, mas também sorriu.

“Ikuze!”

Os dois subiram em suas bicicletas e partiram.

Pedalaram pela cidade até alcançarem uma colina. Durante a subida, Minami sentia a gentil brisa acariciar seu rosto, enquanto ouvia o canto de pássaros e sentia o aroma das flores. Olhou para cima e viu a luz do sol por entre as árvores. Não pôde evitar um sorriso.

Pararam em frente a uma grande pedra. Desceram das bicicletas e começaram a escalar.

“Você não disse nada sobre escalar!!!”

“Não se preocupe, vai valer a pena!”

Continuaram subindo até chegarem ao topo. Minami olhou para suas roupas. Todas sujas de terra e suor.

“Minha mãe vai me matar quando vir isso…”

“Vamos!”

Minami seguiu o garoto por mais alguns metros. Em certo ponto da caminhada, teve que cobrir os olhos com as mãos por causa da luz do sol, que a atingiu de repente.

“Contemple!”, ouviu-o falar.

Aos poucos, abriu os olhos e se acostumou com a claridade.

“Ah! Suteki!!!”, exclamou

“Bem-vinda ao meu jardim secreto!”

Minami não conseguiu falar mais nada, apenas continuou a olhar aquele maravilhoso lugar.

Uma grande clareira, cercada por grandes árvores coloridas. Próximo de onde estava, um pequeno lago brilhava sob a luz do sol e um pouco mais a frente, depois de um emaranhado de arbustos, o grande oceano podia ser visto em toda sua majestade.

Minami não conseguia parar de sorrir. Kaname sentou-se em um bloco de pedra que servia de banco, acompanhado da jovem.

“Descobri esse lugar quando fugi de casa.”

“Fugiu?”

“Meus pais estavam sempre brigando e eu não queria mais ouvir aquilo. Saí correndo e vim parar aqui.”

“Então…você morou por aqui?”

“É. Mas tive que me mudar. Depois do divórcio, meus pais me disseram para escolher com quem queria morar. Eu disse que se não fosse com os dois, não ficaria com nenhum. Aí, corri pra casa da baa-chan, que é onde estou agora. Não sei se foi a coisa certa a se fazer. Só queria que nada disso tivesse acontecido…”

“Ne…gomen.”

“Por quê?”

“Eu te julguei mal…achei que era um daqueles riquinhos de nariz empinado…”

“É, já ouvi essa muitas vezes…”

“Arigatou.”

” ? ”

“Por me mostrar esse lugar. Parece que quando estou aqui, todos os meus problemas desaparecem.”

“Eu senti saudades. Fiquei fora por um bom tempo. Sabe, nuca contei sobre esse lugar a ninguém.”

“Sério? O que te levou a mostrar para mim?”

“…shiranai.”

Conversaram por um longo tempo, e quando perceberam o sol já estava se pondo.

Os dias se passaram, e Kaname se enturmava cada vez mais com os colegas de classe, saindo para karaokês, parques de diversão e para a casa de praia de Yusuke.

Logo, as férias chegaram ao fim…

“Eh…minna-san…hoje recomeçamos as aulas, mas…eh…temos de nos despedir de Nakagawa-san. Como havia dito, ele só ficaria conosco até as férias de verão acabarem. Por favor, Nakagawa-san, se tiver algo a dizer.”

Kaname deu um passo para frente e olhou para a turma.

“Arigatou ne, minna! Graças a vocês, pude me divertir bastante nesses meses. Fiquei muito feliz de conhecer todos. Arigatou!”

Quando ele terminou, todos levantaram para se despedir do colega. Minami olhou aquela cena com um certo aperto no coração.

“Por que estou me sentindo assim?”, perguntou a si mesma.

Kaname se aproximou da jovem, que olhou para ele com um pequeno sorriso triste em seus lábios.

“Arigatou, Minami-san. Sayonara.”, ele disse e foi embora sem olhar para trás.

“Sayo…nara.”

“Ne…Mii-chan…está tudo bem assim?”, perguntou Mari.

“Eh?”

“Deixar ele ir sem dizer nada.”

“Do que vocês estão falando? Eu disse sayonara.”

“Mii-chan, para. Você sabe do que estamos falando.”, continuou Tomomi.

“Não, eu não sei! Querem parar de fingir que sabem sobre o que eu sinto!”

“Tudo bem. Não vamos mais falar nada. Faça o que quiser, mas não vá se arrepender depois.”, Haruna disse.

As três saíram da sala. Minami olhou pela janela e respirou fundo.

“Ne…será que fomos muito duras com ela?”, perguntou Tomomi.

“Iie. Ela é forte. Além disso, sabe exatamente o que seu coração sente.”, disse Mari.

De repente, um vulto passou por elas como um furacão.

“EH? O que foi isso?”, assustou-se Haruna.

“愛 [Ai]”, riu Mari.

Pelas ruas da cidade, um vulto passava veloz por entre as pessoas.

Com todas as suas forças Minami sorria enquanto pedalava rumo ao topo da colina. Quanto mais alto, mais o vento soprava, forte e gelado. Mesmo assim, a jovem não fraquejava, continuava a subida, determinada. Mais determinada do que em qualquer outro momento de sua vida.

Se isto que sinto é amor, vou gritar do fundo dos meus pulmões.

Arigatou, minna. Vocês me fizeram abrir os olhos.

Finalmente percebi meus verdadeiros setimentos.

Mesmo que algo ruim aconteça, não quero me arrepender de nada.

Quero vê-lo. Quero muito vê-lo!

Neste momento, quero vê-lo mais do que qualquer coisa.

Minami pedalou e escalou, determinada, mas com medo de ser tarde demais.

Correu por entre as árvores e chegou ao jardim.

“Kaname…”

A lua começara a surgir no céu, e o coração da jovem estava se despedaçando lentamente. Caminhou para fora da clareira, onde podia ver o oceano, iluminado pela luz prateada. Sentou-se no banco de pedra e começou a chorar.

“Kaname…”

“Por que está chorando?”

“Por que eu demorei demais para perceber que–“

Minami levantou-se, assustada e feliz ao mesmo tempo.

“Perceber o quê?”

“大好き! [daisuki!]”, ela gritou “大好きだよ! [daisukidayo!]”

Kaname sorriu e a abraçou.

“Mesmo que não sinta o mesmo por mim, eu–“

“僕は君が好き. [Boku wa kimi ga suki.]”

“Eh?”

Kaname deu um sorriso envergonhado.

“Não me faz repetir, por favor. Eu não vou conseguir repetir agora.”

Minami riu. Kaname se aproximou e beijou-a. Sorriram e olharam para a lua, que parecia mais brilhante do que antes.

Prometa que vai voltar…

Um ano se passou…

“Eh…hoje, oficialmente, reiniciamos as aulas. Primeiramente…”

Minami estava ouvindo Kawahara-sensei quando ouviu Haruna a chamar.

“Mii-chan. Mite!”, a jovem disse, apontando para o jardim.

Minami olhou e sorriu. Levantou-se e correu para a porta.

“Oh! Minegishi-san, onde você pensa que vai?!!!”, gritou Kawahara-sensei.

Mas a garota não ouviu. Não ouviu mais nada, apenas uma alegre música em sua cabeça.

Ao chegar no jardim, correu para a cerejeira onde vira Kaname, mas ele não estava ali. No lugar, encontrou apenas um bilhete.

僕たちの秘密 [Bokutachi no Himitsu]

“Minegishi-san! Volte já para a sala!”, Kawahara-sensei gritava pela janela.

Minami não hesitou. Subiu em sua bicicleta e pedalou o mais rápido que conseguiu em direção à colina com um único pensamento:

“合いたかった!”

Minna-san!

Acabou! Meu primeiro texto baseado em uma música!

Pelo que eu sei, Aitakatta significa quero te ver, mas não sei se tá certo…

De qualquer forma, espero que tenham gostado! Às vezes acho que ficou fraco…

Mas eu posso melhorar, né! Ainda vou poder escrever muitos!

Jya ne!

Minegishi Minami

Kojima Haruna

Shinoda Mariko

Itano Tomomi

…Minami correu para o jardim, com lágrimas prestes a escorrer por seu rosto. Quando se sentou sob a sombra de uma das cerejeiras, não conseguiu mais se segurar. Não sabia exatamente por que estava chorando: se era pelo que Kaname havia dito, ou por que, de alguma forma, ela sabia que ele estava certo.

“Minami-chan? O que está fazendo aqui?”

Minami limpou as lágrimas com um lenço e olhou para cima. Mari estava sentada em um dos galhos da árvore. Saltou e caiu ao lado da amiga.

“Mari-chan…”

“Ah! Por que você tá chorando? Quem foi? Pode falar que eu arrebento com–”

“Não foi nada!”

“Hm…nunca vi alguém assim por nada.”, Mari sentou e olhou para o céu “sabe, você pode ficar aí chorando ou pode resolver tudo isso de uma vez, né?”

Eh? Você–”

“Não sei de nada, mas ele não parece ser o tipo de pessoa que diria isso a alguém que acabou de conhecer.”, Mari sorriu “Bom, já vou indo!”

Minami ficou sentada. As pétalas da cerejeira começaram a voar com o vento. Ela olhou para o céu e respirou fundo.

No dia seguinte, no final das aulas…

“Eh…Minegishi-san, Nakagawa-san. Hoje vocês são os responsáveis pela limpeza da sala. Trabalhem direito, né! Até amanhã.”

Minami suspirou e olhou para Kaname, que começara a empilhar as carteiras. Levantou-se e bateu a mão na carteira que ele estava prestes a levantar.

“Algo errado?”

Minami não conseguiu falar nada.

“Você pode–”

“Quem você acha que é pra falar aquilo? Qual é o seu problema? Eu só estava tentando ser gentil, tentando fazer você se sentir bem por estar em uma escola diferente! Não abaixo a cabeça pra tudo que me pedem, tá!!! Eu gosto de ajudar as pessoas, só isso! Mas não importa o que você fale,  até você ir embora, nas férias de verão, vou fazer você ver os lugares mais bonitos dessa cidade! Não vou quebrar a promessa que fiz a Kawahara-sensei!”

“Do que você tá falando?”

“Eh? Do que você disse pra mim no primeiro dia de aula!”

“Ah! Aquilo? Você levou a sério? Baka.”

“O q–”

“E aí? Qual o primeiro lugar nesse seu roteiro turístico? Estou tão animado!”

Minami, após ficar parada por alguns segundos, deu um pisão no pé do garoto e saiu correndo.

“Ei!!! O que foi? Espera!! Itai!”, Kaname sentou em uma cadeira “Qual é o problema dessa garota?”

Minna!

Mais uma parte do texto! YAY!

Pra quem conhece AKB48, pode até conhecer os nomes das garotas que aparecem no texto.

Minegishi Minami, Kojima Haruna e Shinoda Mariko.

Ainda tem mais umas duas partes (acho) pra acabar. Quem estiver lendo, espere só mais um pouco, né!!!

Jya ne!

Pelas ruas da cidade, um vulto passava veloz por entre as pessoas.

Com todas as suas forças Minami sorria enquanto pedalava rumo ao topo da colina. Quanto mais alto, mais o vento soprava, forte e gelado. Mesmo assim, a jovem não fraquejava, continuava a subida, determinada. Mais determinada do que em qualquer outro momento de sua vida.

Durante a corrida contra o tempo, lembrava-se dos acontecimentos que a trouxeram àquele momento…

“Mii-chan!”

Minami desviou o olhar das cerejeiras no jardim e virou-se para saber quem havia lhe chamado.

“Mii-chan, o professor está falando com você!”, Haruna sussurrou.

Levantou-se em um salto. Kawahara-sensei a repreendeu com o olhar.

“Eh…Minegishi-san, como representante de sala, deveria ter mais atenção!”, disse sem levantar a voz.

“Sumimasen…”

“Minegishi-san, poderia mostrar a escola para o novo aluno depois da aula?”

“Novo…aluno?”

“Nakagawa Kaname desu. Prazer em conhecê-la.”, disse o garoto parado ao lado do professor.

“H…hai!”

“Tudo bem. Seu lugar é na carteira ao lado de Itano-san.”

“Arigatou.”

Minami sentou-se e afundou na cadeira.

Quando o sinal tocou, o professor chamou Minami a sua mesa.

“Minegishi-san, Nakagawa-san só vai ficar conosco até as férias de verão, portanto faça-o se sentir em casa. Não queremos que ele vá embora sem boas memórias, não é?”

“Hai! Vou fazer o meu melhor!”, Minami disse sorrindo.

Dito isso, foi encontrar Kaname no corredor.

“Está atrasada?”

“Eh? Anno…eu…sumimasen…”

“Odeio gente como você.”, disse e saiu andando.

“Eh?”, Minami ficou paralisada por alguns segundos sem saber o que fazer ou falar. “O que você–”

“Sumimasen! Sumimasen! É tudo que diz. Pra qualquer coisa. Assim parece até que não tem personalidade, só vive se escondendo na própria sombra! Não quero alguém assim perto de mim. Eu posso explorar a escola sozinho.”

Kaname continuou andando até desaparecer entre os alunos.

Minami correu para o jardim, com lágrimas prestes a escorrer por seu rosto.

Minna-san!!!

O que estão achando?

Interessante? Triste? Maléfico? Legal? WTF?

A partir de hoje, tentarei escrever contos/histórias baseados em letras de música! YAY!!!

Essa é inspirada em Aitakatta! do AKB48.

Ainda tem muito chão pela frente (ou não) até os finalmentes, mas se puderem – e gostarem, claro – continuem lendo e esperando pela continuação!!! Onegaishimassu!!!

Jya ne!