Arquivo de Dezembro, 2009

A Christmas Tale by AD & MIROTIC

Posted: 2009.Dezembro.28. in Contos
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Hiya!

Eu sei que tá um pouco atrasado, mas eu queria escrever alguma coisa sobre o Natal…aí me veio a ideia de escrever um conto. Bom, eu nunca escrevi um, então não sejam muito críticos, OK?

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“Os Silenciosos Sinos do trenó” by AD & MIROTIC

Era noite de Natal. A neve caía lentamente sobre a cidade adormecida. Todas as luzes estavam apagadas, bem, quase todas.

Em uma pequena casa, longe do centro da cidade, as luzes de um quarto continuavam brilhando na escura noite. E era assim todo Natal: o pequeno Will não dormia, tentando descobrir a verdade sobre o “homem gordo vermelho” que vinha toda noite do dia 25 de Dezembro para entregar presentes.

-Isso é o que todos pensam! – ele dizia confiante – Mas eu vou descobrir a verdade sobre o velho gordo ou não me chamo Will!

E assim, todo Natal ele tentava ficar acordado para ver “Papai Cruel”. Houve apenas um Natal em que ele conseguiu ficar acordado, mas quando foi ver a árvore, os presentes já estavam lá. Nem sinal do velho…

“Mas esse ano será diferente”, ele pensava enquanto observava o céu estrelado, “esse ano eu pego o camarão obeso!”

E ficou, por muitas horas, com os olhos vidrados no infinito negro, procurando ver algo voando ou ouvir o som dos sinos do trenó.

Pra ele, essa coisa de renas voadoras e trenó mágico era pura invenção. Pra ele, o que existia era um homem gordo voando pelo mundo em um jatinho particular jogando presentes nas casas. E essa coisa de lista dos bonzinhos e dos malvados? Que era isso? Como uma única pessoa pode saber quem foi bom ou mau?

Foi aí que ele começou a pensar…será que Papai Noel é algum tipo de deus? OU ele pode ser algum tipo de chefão de máfia que tem espiões pelo mundo todo! Isso, só podia ser isso! Mas…então a máfia entra na casa de todo mundo e não faz nada além de dar presentes? Não faz sentido…

Durante um bom tempo, ficou perdido em seus devaneios e esqueceu completamente do propósito de sua noite em claro. Por isso as pessoas diziam pra ele não pensar…era pior do que quando ele não pensava…

Tentando encontrar uma hipótese que esclarecesse sua dúvida sobre “aquilo”, ficou um pouco zonzo. Não sabia se era por causa da tontura ou se era real, mas começou a ouvir pequenos e rítmicos sinos soarem pela noite. Ficou parado por algum tempo. Esperando a tontura passar. Na verdade, a tontura já tinha passado fazia tempo, ele que pensou ainda estar tonto por ouvir os sinos.

Mas quando se deu conta disso e correu para a sala, já era tarde demais. Os presentes já estavam sob a enfeitada árvore e os biscoitos e o leite, que estavam sobre a mesa de canto não estavam mais ali. Novamente, havia perdido a chance de flagrar “aquele sujeito vermelho, lá”.

Na manhã do dia seguinte, Will acordou meio emburrado e meio besta consigo mesmo. Como podia não ter ouvido os cascos daquelas renas idiotas, ou a droga do trenó mágico, ou…foi aí que ele se deu conta de que, em seu subconsciente, acreditava em tudo aquilo, mas, por algum motivo, criava toda essa ilusão do “Mr. Camarão”.

Sentou-se ao lado do irmão mais novo com uma cara de “como eu sou estúpido” e pegou seu presente. no cartão lia-se: “Talvez ano que vem.

PN”

-Talvez ano que vem. PN. – ele leu baixinho – PN?

Um sorriso cresceu em seu rosto e logo se transformou em gritos de alegria. Pulou pela sala, rodopiando e rindo. Todos ali presentes não entendiam a alegria do garoto.

– Será que ele queria tanto assim ganhar cuecas? – a avó perguntou.

Quando se acalmou, resolveu mostrar a carta que Papai Noel havia escrito para ele. Mas quando o pai a leu, não entendeu por que tanta alegria agora, se em nenhum Natal ele fizera isso. Will pegou a carta e a leu novamente.

“Um presente da vovó para meu querido netinho.”

Will ficou um tempo parado. Talvez ele tivesse imaginado aquilo. Talvez…

Não! Ele sabia que foi real. Ele leu aquelas palavras.

Sua crença no bom velhinho cresceu um pouco a cada Natal que se passou. E todo ano ele dizia a mesma coisa.

– Ano que vem, velho. Ano que vem.

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E aí? Quem gostou?

Às vezes eu acho que falta alguma coisa. Quem tiver alguma ideia é só comentar que eu arrumo ou acrescento, OK?

Então era isso, people!

Bom final e começo de ano!

Shin nen Akemashite Omedetô Gozaimasu!

AD: Então, hoje vou fazer diferente. Vou fazer uma intrevista…

MIROTIC: Mas tu é leso, mesmo. ENtrevista, não IN!

AD: As pessoas erram. Você não porque é subconsciente (da pobre criança que escreve)…Droga!

M: Sou superior! (sorri bizarramente)

AD: Calado! Vamos começar logo essa joça…

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1• Como você nasceu?

M: Nasci dos pensamentos perturbados desse cara aqui.

AD: Perturbados? Como assim?

M: Mimimi? Mimimi?

2• Do que você gosta?

M: Não é do AD, com certeza.

AD: Ei!

3• Do que você não gosta?

M: Do AD! (sorri)

AD: Isso não é justo! Eu não tenho tempo de resp–

4• Qual seu hobby?

M: Enquanto não estou fazendo o AD sofrer, gosto de ler.

AD: Isso é mentira!

M: Sou subconsciente da pobre criança que escreve. Se ele lê, eu também leio, DUH! Até que você lê coisas legais.

Ah, obrigado.

M: É sim, tô impressionado. Você–

AD: Ei! Pobre garoto que escreve! A entrevista?

5•Se você fos–

AD: EI! Agora que eu notei! Você puxou papo só pra eu não responder?

M: Impressão sua, impressão sua. Agora deixa a pobre criança que escreve perguntar.

5•Se você fosse um animal, qual seria?

M: Um…

AD: Pinguim! Ahá, falei antes de você!

M: Pinguim? Que coisa mais tosca. Você sabe que os pinguins não sabem sapatear, né?

AD: O qu…É claro que sei!(abaixa a voz)

M: Tá certo (affff). Eu seria um–

6• Que d–

M: Ei! Qualé? Tá tirano uma com a minha cara, é? Tu me corto, maluco!!!

AD: Bem feito!

M: Mimiiii! Seu bebezão!

AD: CUMÉQUIÉ?!

(começam a brigar)

6• “Que dia mais belo faz hoje!”. Passe essa frase para o discurso indireto.

M: O quê? (preparado para socar AD)

AD: Isso não é pergunta de intrevista!!! (preparando-se para levar o soco)

M: EN, criatura! EN!

Então para o direto.

AD: Mas…como…a pergunta…

M: 42!!!

AD: O quê?

M: Maus aê. Me empolguei demais…

7•O que é 42?

M: Isso é confidencial.

AD: Finalmente uma pergunta que a pobre criança que escreve não sabe!!!

Eu sei o que é, seus mongos! Mas o povo que lê pode não saber!!!

AD & M: Aaaaaaaaaaaaaaah…

M: 42 é–

AD: 42 é a resposta para a pergunta fundamental sobre a vida, o universo e tudo mais. Na sua cara!

M: Dude, isso não é uma competição, sabia?

AD: Gomen…

8• Como está o tempo?

AD: Um pouco nublado, sem chuva, mas parece que–

M: Cara, é só olhar para o céu, não descrever científicamente.

AD: calado…

M: Do meu lado tá o maior sol! Tô na boa, tô na praia.

AD: Praia? Onde tem–

9• Música preferida?

AD: Surrender, de minha autoria.

M: Die, you damn stupid Dreamer, die!, de minha autoria.

10• Por que você, Mirotic, não gosta do AD?

M: Porque ele é um leso que não presta pra nada e…bem, basicamente é isso. Claro que tem muitos outros fatores, mas isso levaria muito tempo pra ser explicado.

11• AD, 5 segundos de defesa

AD: O quê? Não, peraí! Eu–

12• Mirotic, por que você escolheu a carreira de irritar o AD?

M: Bom, primeiramente vem a resposta acima.

13•AD–

AD: Como é que é? Só isso? Quer dizer…isso é profissão? E que primeiramente é esse, se não tem nem segundamente?

Eu exijo–

Seus 8 segundos de resposta acabaram

AD: Como assim? Você não me disse nada, seu bocó!

Última pergunta: últimas palavras?

M: Eu te odeio AD! (sorriso largo)

AD: Eu tô achando que isso foi tudo armação do pobre garoto que escreve.

M: Calado. Sorria! O gravador ainda tá ligado!

AD: Mas o gavador não pode nos ver…

M: Sim, mas o pobre garoto que escreve pode. Sorria!

AD: Mas–

M: SORRIA! (voz grossa)

AD: Até outro dia! (sorriso terrivelmente forçado)

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Bom…até que foi divertido. Muito baka, mas divertido…

Pelo menos pra mim.

Até uma próxima vez com o programa:

AD & M: ENTREVISTAS NONSENSE COM A POBRE CRIANÇA QUE ESCREVE!

Ei, vocês já deviam ter desaparecido.

AD & M: See y’all!

Não, esper–

(fora do ar)